19/09/2011


          Interessante esta provocação de pensarmos na abstração como um lugar comum,que "surge" por desígnios naturais e que não possui autenticidade ja que surge da intuição e a intuição é própria da espécie ,no entanto serve como uma tabua de acesso ao outro um caminho de registro através da identificação e nessa identificação como o outro o ser passa ter compaixão ja que no outro ve a si mesmo,nestes princípios chegamos não ao super homem mas aquele homem que existe somente apartir de si ,
 o amor pela humanidade pode ser entendido em tal pressuposto como sendo completamente narcísico.."o que amo no o outro é justamente aquilo de meu ele possui".
          Sim ja senti compaixão exatamente esta mencionada por Schopenhauer e me ressinto de não ter outra via de amor ao próximo que nao esta de espelho.. porque quando não ha espelhos o que sobra para humanidade? a incompreensão?o descaso?a guerra?
(imagem de Luis Royo)



04/09/2011

Independência ou morte! - Viver Bem - Gazeta do Povo

Independência ou morte! - Viver Bem - Gazeta do Povo:

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Independência ou morte!

O desconforto com alguma questão da vida pede atitude. É preciso enfrentar o medo e tomar coragem para soltar seu grito
Publicado em 04/09/2011 | ÉRIKA BUSANI, ERIKAB@GAZETADOPOVO.COM.BR
O emprego que você não aguenta mais. A profissão que já não satisfaz. O relacionamento que sufoca. Um vício. Chega uma hora em que é preciso empunhar a espada da coragem às margens do seu Ipiranga particular e soltar o grito de independência.
Embora a vida seja um contínuo pro­­cesso de mudanças, às vezes é preciso romper com mais intensidade e tomar um novo rumo. “O que motiva o grito de independência é uma necessidade interna, o processo de saturação. Por trás dele, há determinação. E uma meta ou um sonho”, afirma o psicólogo, psiquiatra e hipnoterapeuta Rui Fernando Cruz Sampaio. Que lembra também: “Um sonho sem ação é ilusão”.

Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo
Alexandre Mazzo/Gazeta do Povo / Letícia, que antes era Márcia: feliz com a nova vida e a “nova” identidadeAmpliar imagem
Letícia, que antes era Márcia: feliz com a nova vida e a “nova” identidade
Não que você tenha de sair correndo do escritório ssar muito, por cerca de dois anos. O projeto finalmente saiu do papel há dez meses, quando Ângelo e a mulher, a administradora Ângela Wolff, 28 anos, doaram os móveis do apartamento para abrigar a loja virtual, na qual o designer pôde unir seus talentos, desta vez em benefício próprio.

Ponto de partida
A análise é ainda mais necessária se você não sabe a fonte de seu desconforto. Pode não ser, por exemplo, o trabalho em si, mas as relações dentro dele. “As situações da sua vida devem estar de acordo com aquilo que você sabe de você. Se conseguir ter essa coerência e transitar com seus próprios recursos neste mundo, melhor”, afirma a filósofa Alba Regina Bonotto. “Você precisa ser fiel a você mesmo; se não for, a quem vai ser? O autoengano é a pior atitude que o ser humano toma contra si mesmo”, completa Janete. “Todas as respostas estão no nosso inconsciente”, reforça Sampaio.
Essa coerência muitas vezes envolve dor. Mais uma vez, é preciso coragem. “As pessoas têm muito medo do sofrimento. Mas quem não sente tristeza, não sente alegria. A emoção fica congelada”, diz a psicoterapeuta. “A mudança é um processo e é preciso ter paciência para enfrentar os percalços e recaídas”, completa.

Letícia levou três anos para finalmente decidir e tomar uma atitude. Mas nem todo mundo consegue dar seu grito de independência. Quem não se decide se coloca em situações que levam à mudança, mas que vem de fora. É o caso de quem não está feliz no casamento e passa a não se cuidar, não dar atenção ao parceiro. Ou, insatisfeito no trabalho, boicota: não cumpre prazos, chega atrasado, é displicente. “Se você não fizer nada, o movimento da vida faz por você”, afirma a filósofa Alba.


Interatividade
O que você já mudou ou gostaria de mudar na sua vida para ser mais feliz?